O outono aproxima-se, e com ele chegam os dias mais frescos e a altura de trocar o guarda-roupa e reorganizar a casa. A mudança de estação é, muitas vezes, o pretexto para abrir gavetas, caixas e armários que permanecem fechados durante meses e fazer uma revisão ao que fomos acumulando ao longo do tempo. É nesse momento que, entre a roupa de verão que guardamos e as peças de outono que voltam a ocupar o armário, podemos reencontrar outros objetos que ficaram esquecidos. É o caso de joias que já não usamos: anéis que deixámos de usar, colares guardados no fundo de uma caixa, correntes partidas ou até aqueles brincos que recebemos e nunca chegámos a estrear. Peças que, por diferentes razões, acabam por passar anos sem sair da gaveta.
A mudança de estação pode ser, por isso, uma boa oportunidade para ir além da habitual troca de roupa e olhar também para aquilo que guardamos noutras divisões da casa. Rever essas peças permite perceber o que ainda queremos conservar, o que pode ser recuperado e até o que poderá ter outro destino. Afinal, aquilo que ficou esquecido numa gaveta pode ter mais valor do que imaginamos.
Porque guardamos peças que já não usamos?
Muitas vezes, a resposta está no valor sentimental. Um anel oferecido por alguém especial, uma joia herdada ou uma peça associada a uma determinada fase da vida pode continuar a ter significado, mesmo quando já não faz parte do nosso dia a dia. Noutras situações, o motivo está numa corrente partida que ficou por reparar, uma peça que deixou de se adequar ao nosso estilo ou uma joia que deixámos de usar e que acabou por ficar esquecida. Sem uma decisão sobre o que fazer com elas, estas peças vão ficando guardadas juntamente com tantos outros objetos que acumulamos ao longo dos anos.
Há ainda quem mantenha estas joias em casa por saber que são de ouro e podem ter valor. Mas, quando permanecem muito tempo guardadas, é fácil perder de vista não só as próprias peças, mas também o seu potencial valor. Por isso, antes de voltar a fechar a gaveta, pode ser um bom momento para reencontrar essas joias e pensar no seu destino.
Arrumar também é decidir
Arrumar pode parecer uma tarefa aborrecida, mas é uma oportunidade para voltar a olhar para aquilo que guardamos e perceber o que ainda faz sentido manter. Há peças que continuam a ter um lugar especial. Outras, esquecidas durante anos numa gaveta ou numa caixa, podem ganhar um novo destino. Se, durante esta arrumação, reencontrou anéis, brincos, colares, pulseiras ou correntes que já não usa, pode levá-los a um dos balcões da Unicâmbio, que estão presentes em diferentes pontos do país, para conhecer o seu valor. A avaliação é gratuita e não implica qualquer compromisso de venda.
Como funciona?
Basta dirigir-se a um dos balcões da Unicâmbio que disponibilizam este serviço, sem necessidade de agendamento prévio, levando consigo as peças. No balcão, as peças são avaliadas por peritos avaliadores tendo em conta características como o peso e o teor de ouro. A pureza do metal pode ser determinada através de diferentes métodos técnicos de análise e, a partir destes elementos e da cotação do ouro, é calculado o respetivo valor. Mesmo peças partidas, incompletas ou danificadas podem ser avaliadas, pelo que não é necessário repará-las ou limpá-las antes de as levar. Depois de conhecer o valor, a decisão é sempre sua. Se optar pela venda, o pagamento é efetuado no momento, em numerário ou por transferência bancária instantânea.
A segurança está também no próprio processo. A avaliação é realizada presencialmente, num ambiente profissional e discreto e, para concretizar a venda, é necessário apresentar um documento de identificação válido.
Assim, uma simples arrumação pode transformar-se numa oportunidade para dar um novo destino a peças que estavam esquecidas e conhecer o valor que têm.
Da gaveta para um novo destino
Uma peça de ouro pode guardar uma história, mas isso não significa que tenha de continuar esquecida no fundo de uma gaveta. Pode voltar a ser usada, ser reparada ou transformada noutra peça, ser oferecida a alguém ou, se já não tiver lugar na sua vida, ser avaliada e vendida. O ouro pode continuar a ter valor mesmo depois de anos parado. Por isso, nesta mudança de estação, vale a pena ir além da roupa: abrir as gavetas, reencontrar o que ficou esquecido e decidir o que faz sentido conservar. E, se a peça já não fizer parte do seu dia a dia, talvez seja altura de lhe dar um novo destino.
Na Unicâmbio, pode conhecer o valor das suas peças através de uma avaliação gratuita, sem compromisso de venda. Basta dirigir-se a um dos balcões que disponibilizam este serviço e deixar que uma peça esquecida volte a entrar na equação.

